
A mãe do repórter Rogério Moraes, uma idosa de 76 anos, aguardou por tempo excessivo a administração de uma medicação, sem qualquer explicação, após os procedimentos iniciais.
A situação piorou ao serem vistas duas enfermeiras sentadas, em horário de trabalho, usando o celular, enquanto pacientes aguardavam atendimento em uma unidade de urgência.
O caso fere o direito constitucional à saúde e o Estatuto do Idoso, que garante atendimento prioritário e digno. A população de Maringá paga impostos e exige apenas o básico: respeito, dignidade e atendimento eficiente.